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sexta-feira, 7 de outubro de 2011
Do Blog "COMUNIDADES"...
http://tv2.rtp.pt/icmblogs/rtp/comunidades/?k=Uma-Mulher-com-ARTE-M-Margarida-V-Bem-Madruga.rtp&post=35789#comments
sexta-feira, 16 de setembro de 2011
Hoje apeteceu-me publicar o meu curriculum ...
M. Margarida V. Bem Madruga
Nasceu a 11 de Novembro de 1945 em S. João, Lajes do Pico, nos Açores. A partir dos treze anos começou a pintar «a óleo», para parentes na América; fez trabalhos à pena (tinta da china) para publicações da Igreja; fez grandes pinturas a pastel de óleo para organizações da Igreja.
BANDA DESENHADA e Artes Gráficas:
de Março de 1966 a Maio de 1974 fez mensalmente “desenhos aos quadradinhos” para a revista “GIRASSOL” do Patriarcado de Lisboa; com a técnica de pontilismo fez publicidade para a “SABENA” e a capa de “Memórias do Cárcere” de Graciliano Ramos ; fez também as capas da colecção “BRIGITTE” da Portugália Editora; capa de “Ahimsa”, livro de poesia em 1982
Em 2009 ilustrou o livro “Contos de lá”, da Direcção Regional das Comunidades.
ARQUITECTURA:
Terminou o curso de Arquitectura em 1972. Trabalhou como estudante de arquitectura no GPA de Maurício de Vasconcelos; em DESIGN no atelier “Praxis” de Tomaz de Figueiredo, com Sena da Silva; em 1973 entrou como arquitecta para os Correios, transitando depois para telecomunicações. Fez o edifício dos Correios de VIMIOSO, de Telecomunicações de ABRANTES, FARO e muitos outros espalhados pelo País; fez a creche de ALMADA e outras em projectos de arquitectura de interiores; fez videoconferências de Pta. DELGADA, AVEIRO e FARO, bem como diversas lojas de telecomunicações.
PINTURA:
Fez diversas exposições Individuais e colectivas desde 1995
Exposições Temáticas:
Espírito Santo - Comissão dos Descobrimentos, Casa dos Bicos, Lisboa, 2001. C. E. M. da Horta e C.M.Lajes do Pico;
Vinha- Pico - C. E. M., Madalena do Pico, 2003;
Fado - Edifício Central do Município, Câmara Municipal de Lisboa, 2005;
Fundo profundo do mar- Faial, Pico, Flores, Graciosa e Madeira, desde 2007;
Flores - Horta, 2007;
Olhares – Horta, 2008
Neste Mar – Graciosa, 2009 e 2010
Colecções Públicas e Privadas
Representada em diversas colecções particulares em Portugal e no estrangeiro; na TV Cabo Portugal e Forum Telecom; na “Anacon” em Lisboa e Pta. Delgada; Palácio Sotto Mayor, Ordem dos Arquitectos, Embaixada de Timor, Câmara Municipal de Lisboa; Igreja das Angústias, na Horta; Império do Espírito Santo do “Peter”, Horta; Assembleia Legislativa dos Açores, Horta; Observatório Vulcanológico dos Açores, S. Miguel; Museu do Espírito Santo, costa leste dos EUA.
Inscrita como artista na Sociedade Portuguesa de Autores (nº 19239) e na Sociedade Nacional de Belas Artes (nº 2088).
Foi, durante vários anos, membro de júris da “Final das Construções na Areia”, e “Rótulos de vinhos” do Diário de Notícias
Síntese: Fui arquitecta durante 30 anos (1ª arquitecta nada e criada nos Açores). Agora pinto emoções, em telas. A minha vida é a constante procura do equilíbrio ético e estético, isto é, do BELO!...
Nasceu a 11 de Novembro de 1945 em S. João, Lajes do Pico, nos Açores. A partir dos treze anos começou a pintar «a óleo», para parentes na América; fez trabalhos à pena (tinta da china) para publicações da Igreja; fez grandes pinturas a pastel de óleo para organizações da Igreja.
BANDA DESENHADA e Artes Gráficas:
de Março de 1966 a Maio de 1974 fez mensalmente “desenhos aos quadradinhos” para a revista “GIRASSOL” do Patriarcado de Lisboa; com a técnica de pontilismo fez publicidade para a “SABENA” e a capa de “Memórias do Cárcere” de Graciliano Ramos ; fez também as capas da colecção “BRIGITTE” da Portugália Editora; capa de “Ahimsa”, livro de poesia em 1982
Em 2009 ilustrou o livro “Contos de lá”, da Direcção Regional das Comunidades.
ARQUITECTURA:
Terminou o curso de Arquitectura em 1972. Trabalhou como estudante de arquitectura no GPA de Maurício de Vasconcelos; em DESIGN no atelier “Praxis” de Tomaz de Figueiredo, com Sena da Silva; em 1973 entrou como arquitecta para os Correios, transitando depois para telecomunicações. Fez o edifício dos Correios de VIMIOSO, de Telecomunicações de ABRANTES, FARO e muitos outros espalhados pelo País; fez a creche de ALMADA e outras em projectos de arquitectura de interiores; fez videoconferências de Pta. DELGADA, AVEIRO e FARO, bem como diversas lojas de telecomunicações.
PINTURA:
Fez diversas exposições Individuais e colectivas desde 1995
Exposições Temáticas:
Espírito Santo - Comissão dos Descobrimentos, Casa dos Bicos, Lisboa, 2001. C. E. M. da Horta e C.M.Lajes do Pico;
Vinha- Pico - C. E. M., Madalena do Pico, 2003;
Fado - Edifício Central do Município, Câmara Municipal de Lisboa, 2005;
Fundo profundo do mar- Faial, Pico, Flores, Graciosa e Madeira, desde 2007;
Flores - Horta, 2007;
Olhares – Horta, 2008
Neste Mar – Graciosa, 2009 e 2010
Colecções Públicas e Privadas
Representada em diversas colecções particulares em Portugal e no estrangeiro; na TV Cabo Portugal e Forum Telecom; na “Anacon” em Lisboa e Pta. Delgada; Palácio Sotto Mayor, Ordem dos Arquitectos, Embaixada de Timor, Câmara Municipal de Lisboa; Igreja das Angústias, na Horta; Império do Espírito Santo do “Peter”, Horta; Assembleia Legislativa dos Açores, Horta; Observatório Vulcanológico dos Açores, S. Miguel; Museu do Espírito Santo, costa leste dos EUA.
Inscrita como artista na Sociedade Portuguesa de Autores (nº 19239) e na Sociedade Nacional de Belas Artes (nº 2088).
Foi, durante vários anos, membro de júris da “Final das Construções na Areia”, e “Rótulos de vinhos” do Diário de Notícias
Síntese: Fui arquitecta durante 30 anos (1ª arquitecta nada e criada nos Açores). Agora pinto emoções, em telas. A minha vida é a constante procura do equilíbrio ético e estético, isto é, do BELO!...
sábado, 4 de junho de 2011
Cresci e... voltei lá, à casa onde nasci!
Cresci e... voltei lá, à casa onde nasci!
Procurei no restolho desta ruína uma maçaneta de porta, porque eu queria perceber qual o meu tamanho quando eu tinha dois ou quase dois anos!
Eu sabia que a Mãe estava do lado de lá desta porta. Ela estava tratando do avô (morreu, tinha eu dois anos). Eu queria ver a Mãe. Eu queria estar com a Mãe.
Estiquei-me o mais que pude, para poder chegar à maçaneta da porta. Não consegui e... quis choramingar.
Eis que um som estranho surgiu na frincha da porta. Que som era aquele? Fiquei suspensa ouvindo aquela melodia inesperada e tão esquisita. Era o vento assobiando, era o vento encanado, era a CORRENTE DE AR, e eu não sabia!!!
Ainda hoje, quando oiço o barulho da corrente de ar, uma lembrança doce me invade: a minha Mãe está do lado de lá daquele porta... Ela está lá, eu sei!!!







Procurei no restolho desta ruína uma maçaneta de porta, porque eu queria perceber qual o meu tamanho quando eu tinha dois ou quase dois anos!
Eu sabia que a Mãe estava do lado de lá desta porta. Ela estava tratando do avô (morreu, tinha eu dois anos). Eu queria ver a Mãe. Eu queria estar com a Mãe.
Estiquei-me o mais que pude, para poder chegar à maçaneta da porta. Não consegui e... quis choramingar.
Eis que um som estranho surgiu na frincha da porta. Que som era aquele? Fiquei suspensa ouvindo aquela melodia inesperada e tão esquisita. Era o vento assobiando, era o vento encanado, era a CORRENTE DE AR, e eu não sabia!!!
Ainda hoje, quando oiço o barulho da corrente de ar, uma lembrança doce me invade: a minha Mãe está do lado de lá daquele porta... Ela está lá, eu sei!!!







sábado, 19 de fevereiro de 2011
Colcha de retalhos...

A minha vida é uma colcha imensa de patchwork (retalhos). Tem pedaços lindos, tem pedaços menos lindos e até tem pedaços feios. Acreditem, é linda a minha colcha, é linda a minha vida. O efeito é fantástico. Resumindo, a luz da felicidade irradia da minha colcha, da minha vida. Tem sido uma bela obra, este entretecer de pedaços tão díspares quanto harmoniosos...
E mais não digo, para não esborratar o desenho aqui esboçado!!!
terça-feira, 23 de novembro de 2010
Em 15 /5/1980...
quinta-feira, 1 de julho de 2010
Fui a Lisboa, mudar de ares (mas já voltei!)
É sempre preciso ter outros ares para não surgirem os limos com que a minha alma ficou coberta, durante os meses de Abril e Maio, nas nossas ilhas Pico-Faial. A chuva demais torna-nos irritados, peganhentos, com vontade de bater em alguém, com vontade de gritar a todos os ventos que não há direito de, nós criaturas de Deus, ficarmos submersos com estas lágrimas do céu. Mas porque é que o céu chora tanto? Digam-me lá se isto não é um desaforo. Anda uma pessoa feliz da vida porque voltou à casa paterna, reviver sonhos novos e antigos, estruturalmente mais madura do que em tempos de juventude e, de repente os céus resolvem “botar faladura”, isto é, andam a vingar-se daquilo que gente ignorante e pesporrente faz da Vida nesta terra. Eu não tenho culpa!!! Não vejo gentes como eu a fazer o menor lixo possível. Reciclo tudo. Já não fumo.... Não percebo a má catadura deste tempo...
Sei que tempos de seca virão. Sei que muita gente suplicará por umas gotas de chuva. Sei também que iremos pagar caro tudo isto. Pergunto: porque desapareceram os tanques de água da chuva que pululavam em toda a ilha do Pico? Havia e ainda há, um enorme em casa das tias, em S.João do Pico. Armazenava água para todo o ano. Nunca houve seca que nos deixasse sem água, e não havia água canalizada.
Agora toda a gente usa e abusa da água potável, canalizada. Ninguém se perturba em poupar. Acham que é fonte inesgotável. Haverá um dia em que seja tão caro purificar a água de tanto pesticida que começa a cobrir as nossas terras, que talvez nem haja loiça para lavar, porque será descartável, os nossos duches serão umas cabines vaporizadas com água reciclada, já que a água, como dizia alguém é o ouro do séc XXI. O prazer de saborear as nossas comidas será virtual, porque a comida vai ser uma coisa liofilizada ou em drageias. Perder-se-ão prazeres que nunca supúnhamos vir a acontecer. É a lei da vida: olho por olho, dente por dente. É que a Vida não é generosa para quem a trata mal.
Ponham-se a pau, minha gente. Nada disto nos pertence. Somos uns meros usufrutuários destas benesses que apenas pertencem aos nossos vindouros. Não têem vergonha de tanto desperdício?
terça-feira, 15 de junho de 2010
Porque me olhas assim?
“Os olhos amam primeiro
o coração vê depois”
Daniel de Sá

Porque me olhas assim? O teu sorriso magmático, telúrico e enigmático, também morno e redondo, traz a nostalgia dos TEMPOS sem TEMPO.
Porque me olhas assim? Insidiosamente penetras-me, olhas-me por dentro até a minha alma se derramar em ondas de mar branco... Sustém-te!
Porque me olhas assim? ...talvez breve...talvez efémero esse teu olhar... pausado...
Porque me olhas assim? com esse olhar oblíquo, longínquo, e pousado... melancolia eterna?
Porque me olhas assim? Serenamente navegas ao sabor de carreiras de sonhos emoldurados de canseiras...e és tu?
Porque não olhas assim? Já nem olhas, já não vês, apenas desabaste os teus sentidos pelos corredores do universo...e ainda não voltaste!
Já não és tu, que me olhas assim...
Não me olhes assim...
Não me olhes!
Não quero que me olhes assim.
Porque me olhas? Assim...não me olhes
Porque me olhas assim?
Porque me olhas? Assim
Assim, sim!
...olha-me...assim...
...e o TEMPO veio...
...e o TEMPO foi...
....................................................................................................
Acordaste-me e mataste-me de manhã cedo, ao raiar do meu desejo e anoiteceste o meu corpo quando te esqueceste de nós.
...porque me olhaste assim?
E a alma resiste?
Margarida de Bem Madruga
o coração vê depois”
Daniel de Sá

Porque me olhas assim? O teu sorriso magmático, telúrico e enigmático, também morno e redondo, traz a nostalgia dos TEMPOS sem TEMPO.
Porque me olhas assim? Insidiosamente penetras-me, olhas-me por dentro até a minha alma se derramar em ondas de mar branco... Sustém-te!
Porque me olhas assim? ...talvez breve...talvez efémero esse teu olhar... pausado...
Porque me olhas assim? com esse olhar oblíquo, longínquo, e pousado... melancolia eterna?
Porque me olhas assim? Serenamente navegas ao sabor de carreiras de sonhos emoldurados de canseiras...e és tu?
Porque não olhas assim? Já nem olhas, já não vês, apenas desabaste os teus sentidos pelos corredores do universo...e ainda não voltaste!
Já não és tu, que me olhas assim...
Não me olhes assim...
Não me olhes!
Não quero que me olhes assim.
Porque me olhas? Assim...não me olhes
Porque me olhas assim?
Porque me olhas? Assim
Assim, sim!
...olha-me...assim...
...e o TEMPO veio...
...e o TEMPO foi...
....................................................................................................
Acordaste-me e mataste-me de manhã cedo, ao raiar do meu desejo e anoiteceste o meu corpo quando te esqueceste de nós.
...porque me olhaste assim?
E a alma resiste?
Margarida de Bem Madruga
terça-feira, 8 de junho de 2010
Passeio c/ Jorge
sábado, 15 de maio de 2010
A SENHORA NÃO VAI HOJE PARA O FAIAL!
"A SENHORA NÃO VAI HOJE PARA O FAIAL!" - diz-me a funcionária da SATA.
!!!!!!!!!!!!!!POIN ing ING ing ING!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
(Levei um murro?????????????)
Não pode ser! Já me trocaram esta viagem e hoje estava OK! (maldita núvem vulcânica ). NÃO ACREDITO!!! Preciso de estar logo à noite na inauguração da minha pintura na igreja das Angústias, no Faial...
...rebentam-me as lágrimas ...
NÃO CALCULA O QUE SONHEI COM ISTO!
...e comecei a desabafar...
No ano passado fiz uma pintura para a igreja (borlas!!!) duma Mater Dolorosa. Sofri para poder pintar todo aquele sofrimento. Aquando da inauguração, após eu falar sobre a pintura, resolvi cantar o refrão da "Salvé Rainha". Que silêncio...a minha voz estava divina e cantei como se estivesse no céu, num tom belíssimo... Até eu me arrepiei. (e a Tv não estava lá...)
Este ano não ia cantar, mas ia explicar ao povo a razão daquela menina, da expressão daquela menina, ainda não tocada, quando soube que ia ser Mãe do filho de Deus.
......agora já um bocado parva...
E sabe, dizia eu, que eu também sou vaidosa? Eu quero que as pessoas me reconheçam. Eu gosto que as pessoas me sorriam na rua e digam "BOA TARDE, D. MARGARIDA". Eu gosto. Eu preciso disto.
Está claro que eu não precisava de me expôr desta maneira tonta, mas o que querem? Eu estava terrivelmente indefesa e não me soube escudar. Paciência!!!
!!!!!!!!!!!!!!POIN ing ING ing ING!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
(Levei um murro?????????????)
Não pode ser! Já me trocaram esta viagem e hoje estava OK! (maldita núvem vulcânica ). NÃO ACREDITO!!! Preciso de estar logo à noite na inauguração da minha pintura na igreja das Angústias, no Faial...
...rebentam-me as lágrimas ...
NÃO CALCULA O QUE SONHEI COM ISTO!
...e comecei a desabafar...
No ano passado fiz uma pintura para a igreja (borlas!!!) duma Mater Dolorosa. Sofri para poder pintar todo aquele sofrimento. Aquando da inauguração, após eu falar sobre a pintura, resolvi cantar o refrão da "Salvé Rainha". Que silêncio...a minha voz estava divina e cantei como se estivesse no céu, num tom belíssimo... Até eu me arrepiei. (e a Tv não estava lá...)
Este ano não ia cantar, mas ia explicar ao povo a razão daquela menina, da expressão daquela menina, ainda não tocada, quando soube que ia ser Mãe do filho de Deus.
......agora já um bocado parva...
E sabe, dizia eu, que eu também sou vaidosa? Eu quero que as pessoas me reconheçam. Eu gosto que as pessoas me sorriam na rua e digam "BOA TARDE, D. MARGARIDA". Eu gosto. Eu preciso disto.
Está claro que eu não precisava de me expôr desta maneira tonta, mas o que querem? Eu estava terrivelmente indefesa e não me soube escudar. Paciência!!!
sexta-feira, 16 de abril de 2010
...e o deus que nele habita...
segunda-feira, 15 de março de 2010
Querem o meu auto-retrato? Ei-lo, assim, assim... mais ou menos...

(Pedem-me cada coisa!!! Eu nem sei mexer nisto!!!)
Até aos 12 anos fui terrível: rebelde e maria-rapaz. Levei tanta palmada que descobri ser mais fácil fazer o que os meus Pais queriam.
Quis ser pintora. Meu pai não deixou. Fui arquitecta e amei a minha profissão como quem aprende a amar um "marido por conveniência"...
A arquitectura deu-me a sobrevivência económica e, enfim, agora faço o que quero: sou pintora e divirto-me...
Quando era jovem era bem bonita, mas não tinha noção de mim mesma; agora, que perdi a frescura, acho que... Ah, nem sei o que diga!!!
(ehpá, não sei alinhar nada disto!)
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