sexta-feira, 16 de abril de 2010

...e o deus que nele habita...



Eu quero a proa do teu corpo sulcando o meu mar...
quase morto,
porque os rios secaram ou já não me desaguam...

Mas quero a proa...
e o barco...mesmo cansado...

e o deus que nele habita...

8 comentários:

  1. Diz-me,ARTISTA,como conseguiste tamanho milagre???
    Sem palavra(s)...

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  2. A máquina é aquela ou já é outra?
    Está espectacular. Experimenta fazer download do Picasa. Tudo melhora. Esta então, nem queiras saber.
    Adoro o poema.

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  3. Margarida, que bonito! Escreve mais, mulher.
    BEIJINHOS!!!!!

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  4. Bem,O teu Mar está espectacular. Divino.

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  5. Minha gente, já cheguei da visita à minha amiga, nas Lajes do Pico. Ela não usa computador, muito menos internet. É um regresso ao colo ancestral...

    Jorge, a máquina é a grande.Tenho que a estafar primeiro!!! O poema fi-lo num momento de fraqueza...e o deus não me ouviu...

    MANAS, obrigada por virdes a estas mansas águas...

    A todos, beijos salgados por esta maresia que nos separa, às vezes...

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  6. ABRIR ABRIL
    Abrir de novo Abril
    Abrir com lírio
    Um novo abrir
    De Abril
    Abril sonhado
    Abrir Abril em festa
    E rosmaninho
    Abrir de novo Abril
    Já sepultado
    Abrir Abril de rosa
    Cor de púrpura
    E não abrir d’Abril
    Túmulo caiado
    Abrir de novo Abril
    Abrir com lírio
    Abrir de novo Abril
    Abril com cravo
    Abrir de novo Abril
    Ressuscitá-lo
    Abrir Abril em asa
    Abrir de novo
    E devolver a Abril
    Abril imaculado
    Abrir de Abril
    Abril do Povo.

    IBEL

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