Hoje, por uma nota que vislumbrei na internet, aproveitei e consolei-me a ver a sessão do relançamento dum teu livro, creio que "Ilha grande fechada".
E ainda dizem que a internet nos torna ensimesmados, já que a partilha e intercâmbio de ideias se torna um pouco mais solitária!!! Como sabes, preciso dum tu cá tu lá, olhos nos olhos, mas à falta de melhor, antes assim.
A aparência formal da sessão foi neutralizada pelo jeito descomprometido e descontraído de falar do Manuel Freire. Não consegui ouvir as tuas palavras, mas terão sido parcimoniosas, já que não perdes tempo com congeminações simplórias ou gratuitas. Cada tua palavra é uma pedra duma construção para a eternidade. Nada em ti é efémero, excepto a tua própria vida. Tudo o mais, saído de ti e materializado em palavras, é eterno, porque assim o quis Deus que te deu a verve e tens obrigação de a pôr ao seviço dos outros,isto é, ao nosso serviço.
BENZÓ DEUS!!!


















